Família Mattos

História da charcutaria

Cultura, ofício e transformação

Antes de ser uma experiência à mesa, conservar era uma necessidade

Muito antes da refrigeração, diferentes povos desenvolveram maneiras de prolongar o aproveitamento da carne. Salgar, secar e defumar passaram a fazer parte da alimentação e dos costumes de inúmeras comunidades.

Um nome francês, muitas tradições

A palavra charcutaria vem do francês charcuterie. O ofício reúne preparações como presuntos, embutidos, patês e terrinas. Embora o nome tenha origem francesa, a transformação e a conservação de carnes pertencem a um universo cultural muito mais amplo.

O sabor também conta uma história

Ingredientes, clima e costumes locais ajudaram a formar tradições distintas. Com o tempo, processos ligados à conservação também passaram a ser valorizados pelos aromas, texturas e sabores que produzem.

Tradição e conhecimento caminham juntos

Na charcutaria contemporânea, o saber artesanal dialoga com o estudo da matéria-prima e dos processos. Compreender cada etapa é parte do cuidado com o produto, desde a escolha da carne até sua apresentação à mesa.

Tempo. Sal. Fogo.

Para a Família Mattos, essas três palavras expressam uma forma de olhar para a charcutaria: respeitar os processos, valorizar a matéria-prima e compartilhar conhecimento.

Esse universo também inspira o curso presencial Tempo • Sal • Fogo, Imersão em charcutaria artesanal, por Agner Mattos, e o livro físico A Bíblia da Charcutaria, em produção.

Para continuar a leitura

Charcuterie: panorama histórico e preparações